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Tá no coração da gente!

Blog da Igapó

31/07

Gabriel chegou ao Corinthians no início do ano após passar duas temporadas no Palmeiras. Embora tenha vindo de um arquirrival, o volante parece que atua no time alvinegro há anos. Já caiu nas graças da torcida corintiana, se tornou titular absoluto do técnico Fábio Carille e hoje é um dos alicerces do meio-campo corintiano.

Em entrevista ao Estado, o jogador revela que é corintiano, mas sempre tratou o assunto em sigilo, por respeito aos clubes que defendeu, projetou o confronto com o Flamengo e brincou sobre o fato do Corinthians ter virado "o time a ser batido no Brasil".

Como o Corinthians tem encarado o fato de ser o time a ser batido?


É a melhor sensação possível. Sabemos que isso está acontecendo e ocorre graças ao nosso comportamento e responsabilidade em campo. Nosso segredo é entrar todos os jogos com a mesma postura, seja contra quem for o adversário. Mas fico feliz em saber que faço parte deste momento e acho bom ter todo mundo torcendo contra nós. Faz parte.

Esperava dar tão certo trocando o Palmeiras pelo Corinthians?
Sei que fiz a escolha certa. Eu tinha um time de infância, que era o Corinthians, mas nunca falei por respeito as outras equipes que joguei. Vim com uma vontade imensa de ajudar o clube e estamos no caminho certo.

As boas atuações fizeram com que fossem abandonadas qualquer rejeição pelo seu passado no Palmeiras?
Creio que sim, mas dizem que eu falo muito do Palmeiras. Na verdade, só respondo o que me perguntam. Nunca fui falar de graça. A imprensa que gera a polêmica. Sempre fui um cara que não fica em cima do muro e que tem personalidade. Se tiver que falar, eu falo mesmo. Nunca vou falar para gerar violência, não sou disso. Eu só acho que falta um pouco de humor para o futebol. Temos que resgatar isso. E eu sempre fui um atleta exemplar em relação a comportamento. Trabalho bastante e respeito todos os clubes.

Encarar um time que muitos dizem ter o melhor elenco do Brasil dá uma motivação maior?
Estamos encarando todos os jogos da mesma forma, como uma decisão. O campeonato é decidido assim, jogo a jogo. Temos mais uma partida importante, como todas as outras que passaram e as que virão. Mas sei que é o encontro de dois gigantes do futebol brasileiro e espero que nossa arena esteja lotada para a torcida nos apoiar até o fim, pois temos uma força extra com isso.

O que Carille tem de diferente dos outros treinadores que você trabalho?
Ele é um cara especial. Eu o conheci quando vim para cá, mas soube que ele deu aval para minha chegada. Ele é transparente, humilde, fala com a gente olhando nos olhos e não caiu de paraquedas aqui. Ele se preparou muito e nós estamos ajudando para ele ter sucesso.

A relação entre os jogadores parece ser muito boa. Quanto isso ajuda?
Faz muita diferença. A gente tem um relacionamento legal, todos os jogadores se dão bem, tem os mais brincalhões, como o Balbuena, Fellipe Bastos, Jô, mas todo mundo se dá muito bem e tem vezes que, em casa, dá vontade de vir para a concentração só para ficar perto dos caras. O clima aqui é muito bom.

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